• Brasil campeão Ágatha/Bárbara e Fê Berti/Taiana fazem final brasileira e país busca recorde

    Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 03.07.2015 O Brasil garantiu nesta sexta-feira (04.07) o título e a medalha de prata do Campeonato Mundial de vôlei de praia, realizado na Holanda. Fernanda Berti e Taiana (RJ/CE) venceram as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler por 2 sets a 0 (21/12, 21/15) e encaram na final Ágatha/Bárbara Seixas (PR), que eliminou as compatriotas Juliana/Maria Elisa (CE/PE) com triunfo por 2 sets a 0 (24/22, 21/19). As duas partidas foram disputadas em Haia. A final acontece neste sábado acontece em Haia, às 16h (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV3. O canal também exibe a disputa da medalha de bronze, entre Juliana/Maria Elisa e as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler, que se enfrentam pela quarta vez em torneios internacionais. As rivais das brasileiras levaram a melhor nos três encontros prévios. O resultado desta sexta-feira transforma o Brasil no maior vencedor de Campeonatos Mundiais no naipe feminino. O país estava empatado com os Estados Unidos, que têm quatro medalhas de ouro, na liderança. Sandra Pires/Jackie Silva, em Los Angeles (1997), Adriana Behar/Shelda, em Marselha (1999) e Klagenfurt (2001), e Juliana/Larissa, em Roma (2011), já tinham conquistado o título para o país em edições anteriores. O Brasil também garante a segunda vaga no torneio feminino dos Jogos Olímpicos de 2016. A conquista, que pertence ao país campeão, e não ao time vencedor, também poderia ser obtida através da Continental Cup, do Circuito Mundial e da Repescagem Mundial. A primeira vaga já era garantida pelo fato de o Brasil ser o país-sede. Agora, a busca é por outro recorde. O Brasil pode se transformar no primeiro país a dominar o pódio de um Campeonato Mundial. O país bateu na trave em 2009, quando ficou com prata, bronze e o quarto lugar. Caso Juliana e Maria Elisa (CE/PE) vençam a disputa do bronze, mais um trecho na história do vôlei de praia será escrito por brasileiros. A partida entre Fernanda Berti/Taiana (RJ/CE) e Ágatha/Bárbara Seixas (PR/RJ) será a décima entre elas. Foram sete vitórias da paranaense e da carioca e duas das campeãs do Grand Slam da Holanda, de 2014. Dos nove encontros, apenas dois foram em etapas internacionais. O último justamente na etapa anterior ao Mundial, na semifinal do Grand Slam de São Petersburgo (EUA), quando Ágatha e Bárbara levaram a melhor. Todos os holofotes do Campeonato Mundial, na Holanda, estavam voltados para o talento das duplas brasileiras. Dos 48 times que iniciaram a disputa do torneio feminino, quatro alcançaram o penúltimo dia da competição mais importante da temporada com chance de medalhas. E três deles levavam as cores verde e amarela em seus tops. A primeira dupla a entrar em quadra foi Taiana e Fernanda Berti. E a parceria, formada um ano atrás, já iniciou o confronto contra as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler em vantagem, por terem disputado todos os seis jogos anteriores na arena central instalada no coração de Haia, e principalmente terem conquistado o carinho da torcida holandesa. O primeiro ponto foi brasileiro, com Taiana anotando um ace. No lance seguinte foi a vez de Fernanda Berti parar o ataque adversário no bloqueio. O Brasil seguiu consolidando o placar no início da primeira etapa e alcançou 7/3 após grande largada da cearense, que forçou as alemãs a paralisar o jogo. As principais jogadas do outro lado da rede saíam das mãos de Ilka Semmler, que se alternava entre a defesa e o ataque, e diminuiu a diferença para 9/5. Seguras na partida, as brasileiras dilatariam o marcador para 18/8, em bloqueio imponente de Fê Berti. A parceria seguiu com o controle das ações e fechou a primeira etapa em 21/12, em corta na diagonal da carioca. Assim como no primeiro set, Taiana soltou o braço no saque para colocar o Brasil em vantagem no início da segunda etapa. A Alemanha alcançaria pela primeira vez no jogo a liderança do placar, abrindo 4/2 após erro não forçado de Fê Berti. Com tranquilidade, o time verde e amarelo devolveu a quebra de serviço, empatando em 8/8 e virando após bloqueio preciso de Fernanda Berti. Com a virada de bola eficiente, a parceria voltou a abrir quatro pontos para as adversárias, que tentaram esfriar a partida com o tempo técnico. Não deu certo. Ponto a ponto, Taiana e Fernanda Berti mostraram a todos os presentes na arena porque alcançariam a decisão do Campeonato Mundial de maneira invicta. Consciente e vibrante, a dupla carimbou a vaga na final com 21/15, após saque na rede do time alemão. "Tivemos muita concentração, muita vontade de querer chegar à final. E acima de tudo vivemos cada ponto do jogo. Cantamos muito bem as jogadas e isso mantém a concentração em alta. Conseguimos fazer 100% de aproveitamento até aqui, algo muito difícil de conquistar. Estou muito feliz com a nossa apresentação, porque de todas as partidas do Campeonato Mundial esse foi o que conseguimos controlar melhor o jogo. Estou muito feliz de estar jogando com a Fernanda, de conseguir jogar meu melhor voleibol. Vamos continuar com essa energia para conquistar o título", celebrou Taiana. Como se estivessem atuando nas areias de Copacabana, palco dos Jogos Olímpicos do próximo ano, do outro lado da chave Juliana e Maria Elisa (CE/PE) e Ágatha e Bárbara Seixas (PR/RJ) fizeram o terceiro confronto entre os times em menos de um mês. No primeiro, na decisão do Major Series de Stavanger (Noruega) Juliana e Maria Elisa levaram a melhor. No Grand Slam de São Petersburgo (Estados Unidos), última etapa do Circuito Mundial, Ágatha e Bárbara Seixas deram o troco e conquistaram o título. O primeiro ponto do jogo foi marcado por Ágatha e Bárbara Seixas, após ataque para fora de Juliana. A vibração da paranaense e da carioca chamou a atenção no início da partida, assim como a vantagem de 4/1 no placar. Juliana e Maria Elisa reagiram e voltaram a igualar o marcador, em 5/5. Na sequência da etapa inicial, Ágatha e Bárbara Seixas conseguiriam anotar três pontos consecutivos (8/5) - o último deles após intensa troca de bolas entre as equipes, finalizada por uma cortada na diagonal de Ágatha. Juliana e Maria Elisa mostraram que não sentiram a pressão, diminuindo a diferença para um único ponto e igualando o marcador no lance seguinte, em 11/11. O equilíbrio se manteve até o final da primeira etapa. Ágatha e Bárbara Seixas conquistaram quatro set points, mas todos foram salvos pela dupla com o top verde. Na quinta tentativa de fechar a parcial, Ágatha quebrou a recepção de Juliana para marcar 24/22. O segundo set começou com ambas as duplas confirmando seus serviços. Mesmo em momentos de desequilíbrio dos times, com erros não forçados, os times se mantiveram rigorosamente empatados. A igualdade ultrapassou a casa dos 10 pontos e se estendeu ao longo da parcial. Ágatha e Bárbara Seixas conquistaram uma quebra de vantagem e abriram dois pontos (16/14), obrigando Juliana e Maria Elisa, que estavam em desvantagem e viam a reta final do jogo cada vez mais próxima, a recorrer ao tempo técnico. Eleita três vezes melhor do mundo, Juliana chamou a responsabilidade tanto no ataque quanto na defesa, mas não foi capaz de frear o ótimo momento vivido por Ágatha e Bárbara Seixas. Em um ace de Ágatha, a parceria alcançou 21/19 e carimbou a vaga na decisão. Após o ponto final, arena em Haia se rendeu ao talento brasileiro, aplaudindo em pé ambos os times. "O que faz a diferença é você buscar agressividade, buscar atitude. Estou muito feliz com o período que estamos passando. O planejamento da temporada era realmente visando esse período do Circuito Mundial, para podermos render o máximo. Sabíamos desde o começo do ano que a gente precisaria ter paciência, mas os resultados estão aparecendo. Ágatha e eu nos damos bem dentro e fora da quadra, somos muito parecidas. E isso influencia para termos essa cumplicidade dentro da quadra", afirmou Bárbara Seixas. "Em confrontos contra brasileiras, os times se conhecem tanto que pequenos detalhes acabam fazendo a diferença nesses jogos decisivos. Aí temos que ter a percepção e a calma de conseguir fazer essa leitura, qual a proposta de jogo adversária. É muito difícil, as equipes se enfrentam com frequência e os jogos sempre são muito apertados. A final de amanhã não será diferente", analisou Ágatha. Fernanda Berti e Taiana (RJ/CE), além de Ágatha (PR), buscam a primeira medalha em campeonatos mundiais de suas carreiras. A carioca inclusive disputa o torneio pela primeira vez, já alcançando a final logo na estreia. Já Bárbara Seixas (RJ) obteve o bronze em 2013, na Polônia, ao lado da capixaba Lili. A décima edição da Copa do Mundo, que começou a ser realizada em Los Angeles, em 1997, e é disputada a cada dois anos, foi a primeira na história a ser sediada em quatro cidades de maneira simultânea. Dentro de quadra, os principais atletas disputam o importante título e uma premiação de 1 milhão de dólares (60 mil aos vencedores, 45 mil para os segundos colocados e 35 mil dólares aos medalhistas de bronze). Além de 1000 pontos para a dupla no ranking do Circuito Mundial. Além disso, os países dos atletas campeões estarão automaticamente classificados para as Olimpíadas do Rio 2016. A vaga é da federação, e não do time campeão. O Campeonato Mundial não conta pontos na corrida olímpica brasileira, já que possui formato distinto das demais etapas e possibilita apenas quatro duplas do país em cada naipe. VEJA TODOS OS RESULTADOS DO TORNEIO FEMININO VEJA A GALERIA DE FOTOS Read More
    Circuito Mundial
  • Nove vitórias Brasil encerra fase classificatória com campanha positiva

    De Cuiabá (MT), Clarissa Laurence - 03.07.2015 Com a liderança do Grupo A e uma campanha de nove vitórias vitória e apenas três resultados negativos, a seleção brasileira masculina de vôlei encerrou, nesta sexta-feira (03.07), a fase classificatória da Liga Mundial 2015. Nesta tarde, o Brasil acabou superado pela Itália por 3 sets a 2 (25/21, 27/29, 25/21, 19/25, 19/21), em 2h33 de jogo realizado no ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá (MT). As outras duas derrotas da equipe brasileira foram na Sérvia e na Itália. O próximo compromisso do time dirigido pelo técnico Bernardinho será a Fase Final, que acontecerá de 14 a 19 de julho, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), onde estarão reunidas as seis melhores seleções do campeonato. Na próxima semana, o grupo fará a preparação final no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ). Nesta sexta-feira, o Brasil contou com os 14 jogadores que estavam à disposição do técnico Bernardinho. Todos foram aproveitados na partida em que o treinador aproveitou para realizar testes. Ao final do confronto, elogios para o adversário. "A Itália jogou muito bem e mereceu a vitória. Enfrentamos o forte bloqueio italiano com pouca lucidez e não conseguimos ter um bom ritmo no saque. Além disso, erramos bastante contra-ataques, assim como já havia acontecido antes", comentou Bernardinho. O ponteiro Lucarelli lamentou o resultado negativo, mas destacou a importância do que a seleção brasileira tem pela frente: a disputa da Fase Final. "Tivemos chances para fechar a partida, erramos alguns contra-ataques, então o tie-break foi um pouco o exemplo do jogo. O saque tem que ser uma arma melhor utilizada também. Mas serve de aprendizado. Agora, no Rio de Janeiro, os jogos serão valendo vaga para a final, vamos corrigir, buscar melhorar e se Deus quiser a gente vencerá essa". Quem também analisou a partida foi o líbero Serginho, que destacou a oportunidade de todos os jogadores atuarem, inclusive em momentos decisivos, como aconteceu no tie-break, somando experiência para a etapa decisiva. "Temos uma semana para treinarmos no nosso centro, em Saquarema. Melhorarmos alguns detalhes. A fase final é um outro campeonato. Tivemos a oportunidade de dar rodagem para vários jogadores hoje, como foi o caso do Lucas Lóh, do William, do Mário Júnior. Vamos nos concentrar para esta etapa em casa". DEFINIÇÃO PARA A FASE FINALEncerrada a fase classificatória, a comissão técnica do Brasil definiu os 14 jogadores que estarão nas finais da Liga Mundial. Serão eles: os levantadores Bruninho e William; os opostos Wallace e Evandro; os centrais Lucão, Isac, Riad e Éder; os ponteiros Murilo, Lucarelli, Lipe e Lucas Lóh; e os líberos Serginho e Mário Jr. O JOGOO Brasil saiu na frente e abriu o placar do jogo. Os italianos, então, buscaram e fizeram 6/4. O time visitante seguiu com bom ritmo e com Zaytsev pontuando bem, chegou a 11/9. No ponto de saque de Lucão, a seleção brasileira deixou tudo igual: 12/12. Também com ace, desta vez de Lipe, a equipe da casa assumiu o comando do marcador (15/14). Com Evandro pela saída, o Brasil chegou a 19/16. A Itália voltou a encostar (20/19) e Bernardinho pediu tempo. Evandro pontuou bem para a equipe brasileira, que fechou em 25/21. O segundo set começou favorável a seleção brasileira, mas os italianos não permitiram o crescimento do adversário. Contando com erros do Brasil, o time visitante colocou três pontos de diferença em 16/13. Quando a seleção da Itália bloqueou e fez 18/14, Bernardinho pediu tempo para conversar com os jogadores. A desvantagem brasileira diminuiu para dois pontos (19/17). No bloqueio de Lucão, o Brasil encostou em 21/20.No ace de Bruninho, a equipe da casa encostou mais uma vez em 24/23 e no bloqueio, o Brasil deixou tudo igual: 24/24. O final do set seguiu extremamente equilibrado e a Itália fechou em 29/27. O equilíbrio permaneceu no início do terceiro set, com as equipes empatadas em 3/3. No forte ataque de Lipe, o Brasil colocou vantagem: 6/3. No bloqueio de Riad, que havia entrado neste set, o time da casa fez 8/5. No bloqueio individual de Evandro, 14/12 para a seleção brasileira. A parcial ganhou equilíbrio em 18/17 a favor do Brasil. Com ponto de bloqueio de Riad, o time verde e amarelo fez 21/18 e a Itália pediu tempo. Mas, com o apoio da torcida cuiabana, o Brasil fechou em 25/21. A terceira parcial teve um início de vantagem para a seleção brasileira, que fez 4/2. A Itália buscou o jogo e chegou ao ponto de empate em 5/5. Com ponto de bloqueio, os visitantes abriram 11/7. Com dois pontos seguidos de Lucão no ataque, o Brasil reduziu a diferença para 11/9. O set seguiu equilibrado, com vantagem para a Itália, que chegou a colocar cinco à frente (21/16). No final, melhor para os italianos: 25/19. O set decisivo começou com outros dois únicos jogadores que não haviam jogado nesta sexta-feira: Lucas Lóh e Isac. O tie break também foi bem disputado. No ace de Lucarelli, o Brasil fez 6/5. Na virada de quadra, a Itália vencia por 8/7. Um empate em 10/10 deu ainda mais emoção ao jogo. A reta final foi super equilibrada. Os dois times tiveram pontos do jogo. A Itália desperdiçou dois. O Brasil também falhou, e em bloqueio italiano a partida foi encerrada em 21/19. EQUIPES BRASIL - Bruno, Wallace, Isac, Lucão, Murilo e Lucarelli. Líbero - SerginhoEntraram - Wallace, William, Mário Jr., Lucarelli, Riad, Isac, Lucas LóhTécnico: Bernardinho ITÁLIA - Travica, Vettori, Birarelli, Anzani, Zaytsev e Lanza. Líbero - Colaci Entraram - Gianelli, Sabbi, Antonov e Mengozzi Técnico: Mauro Berruto GALERIA DE FOTOShttp://2015.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/11971-cuiaba-mt-03-07-2015-liga-mundial-2015-brasil-x-italia O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Liga Mundial
  • Resultado Positivo Com 17 pontos de bloqueio, Brasil estreia com vitória sobre o Japão

    A seleção brasileira feminina de vôlei começou a edição 2015 do Grand Prix com vitória. Nesta sexta-feira (03.07), de virada, o Brasil venceu o Japão por 3 sets a 1 (21/25, 25/21, 25/17 e 27/25), em 1h58 de jogo, no Indoor Stadium Huamark, em Bangcoc, na Tailândia. O confronto foi uma reedição da última decisão da competição. Na ocasião, o time verde e amarelo levou a melhor por 3 sets a 0 e garantiu o histórico décimo título da competição. Nessa primeira semana do Grand Prix, as atuais campeãs estão no grupo B ao lado do Japão, da Sérvia e da Tailândia.  O Brasil voltará à quadra às 4h (Horário de Brasília) deste sábado (04.07), contra a Sérvia, que nesta sexta-feira foi superada pela Tailândia por 3 sets a 2 (25/17, 15/25, 23/25, 25/22 e 15/11). A Band e o SporTV transmitirão ao vivo.  Na partida contra o Japão, as ponteiras Gabi e Fernanda Garay foram as maiores pontuadoras do confronto, com 16 pontos cada. As centrais Juciely, com 14, e Carol, com 13, também pontuaram bem pelas brasileiras. Pelo Japão, a oposto Nagoaka foi a maior pontuadora, com 15 acertos. Nos números gerais do confronto, destaque para o bloqueio brasileiro, com 17 pontos contra seis das japonesas.  A ponteira Fernanda Garay aprovou a atuação do Brasil e comentou sobre a dificuldade de enfrentar o Japão.  “Sabíamos que seria um jogo difícil. O Japão é uma equipe de muita qualidade que joga com inteligência e volume de jogo. As japonesas nos colocaram em alguns momentos de dificuldade e conseguimos sair dessas situações. As duas equipes também se conheciam bastante. Estou feliz pelos três pontos e pela forma que nos apresentamos em uma partida de estreia e contra um adversário perigoso”, afirmou Fernanda Garay.  Companheira de posição de Fernanda Garay, a ponteira Gabi chamou a atenção para a recuperação das brasileiras após a derrota no primeiro set.  “Foi uma primeira partida muito boa. O jogo foi difícil e elas jogaram com muita velocidade. Conseguimos nos adaptar durante o confronto. Não começamos bem, mas a partir do segundo set, nosso jogo começou a fluir. O fato de termos saído de uma situação difícil nos deixa confiantes”, garantiu Gabi.  O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da partida e gostou da postura das brasileiras.  “É sempre difícil estrear contra o Japão. Elas imprimem uma velocidade diferente e têm um ritmo de jogo muito veloz. A partir do segundo set, equilibramos o passe e isso possibilitou que as centrais participassem mais da partida. Para a estreia, esse resultado foi muito positivo”, disse José Roberto Guimarães.  O JOGO O início do primeiro set foi marcado pelo equilíbrio. O Japão foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Bem no saque, as japonesas abriram três (10/7). O Brasil passou a bloquear melhor e deixou tudo igual no marcador (11/11). A parcial ficou disputada ponto a ponto. Depois de um longo rally, a ponteira Fernanda Garay conseguiu um contra-ataque certeiro e o Brasil fez 16/15. As japonesas voltaram a conseguir boas sequências no saque e abriram dois (18/16). Quando o time japonês abriu três (21/18), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Mesmo com a paralisação, as japonesas seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/21.  O Japão seguiu melhor no início do segundo set e fez 4/2. Com um ace da central Bárbara, o Brasil deixou tudo igual (4/4). Jogando com velocidade, as brasileiras abriram dois (8/6). A ponteira Gabi se destacava no ataque e o time verde e amarelo fez 14/12. A outra ponteira do Brasil, Fernanda Garay, também era eficiente nos ataques e as brasileiras abriram cinco (19/14).  Com uma boa sequência de saques da atacante Nabeya, a diferença no placar caiu para um (19/18). O treinador José Roberto Guimarães trocou as centrais. Entrou Carol e saiu Bárbara. E foi com um ace da central Carol que o Brasil venceu o segundo set por 25/21.  A central Juciely se destacou no início do terceiro set e o Brasil fez 8/5. Quando o placar estava 12/6 para as brasileiras, o treinador japonês, Manabe, pediu tempo. Com dois pontos seguidos de bloqueio da central Carol, o Brasil abriu cinco pontos (14/9). As brasileiras foram para o segundo tempo técnico da parcial com quatro de vantagem (16/12). Numa boa sequência de saques da levantadora Dani Lins, o time verde e amarelo abriu oito pontos (23/15). As atuais campeãs da competição seguraram a vantagem até o final e venceram o terceiro set por 25/17.  O quarto set começou equilibrado (6/6). Com muito volume de jogo, as nipônicas abriram dois pontos (8/6). O Japão seguiu melhor e fez 13/9. Neste momento, o Brasil cresceu no saque e no bloqueio e chegou a fazer 23/17. O Japão contou com uma boa sequência de saques da levantadora Koto para deixar tudo igual no placar (23/23). O Brasil foi melhor nos momentos decisivos e fechou o set por 27/25 e o jogo por 3 sets a 1.  EQUIPES BRASIL – Dani Lins, Joycinha, Gabi, Fê Garay, Juciely e Bárbara. Líbero – Camila Brait  Entraram – Macris, Monique e Natália  Técnico: José Roberto Guimarães  JAPÃO  –  Nagaoka, Kimura, Koto, Shimamura, Ishii e Otake. Líbero – Sato  Entraram – Yamaguchi, Miyashita, Ushiceto e Nabeya  Técnico: Manabe  BANGCOC (TAILÂNDIA)  (03.07) – Brasil 3 x 1 Japão (21/25, 25/21, 25/17 e 27/25)  Transmissão: SporTV e Band  (04.07) – Brasil x Sérvia às 4h (Horário de Brasília)  Transmissão: SporTV e Band  (05.07) – Brasil x Tailândia 6h30 (Horário de Brasília)  Transmissão: SporTV e Band  O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Grand Prix
  • Premiação Outros três brasileiros são eleitos para o Hall da Fama do voleibol

    Da redação, no Rio de Janeiro - 03.07.2015 Três novos brasileiros foram eleitos para o Hall da Fama do voleibol. Fofão, Renan Dal Zotto e Bebeto de Freitas foram anunciados nesta sexta-feira (03.07) como membros da classe de 2015, juntando-se a outros nove compatriotas. A cerimônia de introdução acontecerá no dia 24 de outubro, em Holyoke, Massachusetts, nos Estados Unidos. Fofão, Renan e Bebeto se juntam a Nalbert, Sandra Pires, Adriana Behar, Shelda, Maurício Lima, Ana Moser, Carlos Arthur Nuzman, Bernard e Jackie Silva neste seleto rol de personalidades e referências do voleibol. Assim que soube da indicação, a ex-levantadora campeã olímpica, Fofão, se mostrou extremamente emocionada. "Essa indicação foi muito importante para mim. Confesso que foi uma grande surpresa. Eu não esperava mesmo. É uma honra saber que fui lembrada pelo meu trabalho e minhas conquistas. Estou muito feliz e emocionada. O vôlei me deu muitas alegrias ao longo de toda a minha vida e esse reconhecimento é incrível", disse Fofão. Atualmente no cargo de diretor de seleções da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Renan Dal Zotto comemorou a notícia em Cuiabá (MT), onde acompanha a seleção brasileira masculina na disputa da Liga Mundial. "Recebi o e-mail e confesso que me pegou totalmente de surpresa. É difícil caber dentro da felicidade que estou sentindo. Sabemos que lá estão grandes nomes, grandes atletas que foram referências mundiais e saber que o seu nome vai estar para sempre na história do voleibol é muito bacana. E fico muito feliz de estar junto com o Bebeto, que foi meu técnico, e com a Fofão, que merece muito", declarou Renan. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Institucional
  • perto do pódio Alison/Bruno e Pedro/Evandro avançam às semis e garantem medalha ao Brasil

    O Brasil conseguiu importantes vitórias e garantiu ao menos uma medalha no torneio masculino do Campeonato Mundial de vôlei de praia, na Holanda. Assim como em 2013, duas duplas do país avançaram às semifinais do torneio: Alison/Bruno Schmidt (ES/DF) e Pedro Solberg/Evandro (RJ) venceram suas partidas nesta quinta-feira (02.07), pelas oitavas e quartas de final, avançando entre os quatro melhores. E diferente da última edição, desta vez os times se enfrentam apenas na disputa de medalhas. As semifinais ocorrem no sábado (04.07), com transmissão ao vivo do canal SporTV. A final e a disputa de bronze serão no domingo (05.07), também exibidas ao vivo. Ricardo e Emanuel (BA/PR), que vinham invictos, perderão nas oitavas de final e deixaram o torneio. Assim como Álvaro Filho/Vitor Felipe (PB), derrotados nas quartas de final.A primeira semifinal será entre Pedro Solberg/Evandro (RJ) contra os donos da casa, os holandeses Reinder Nummerdor e Christiaan Varenhorst. O jogo é uma repetição das quartas de final do Major de Stavanger (Noruega), quando os brasileiros levaram a melhor no único encontro entre eles. A partida ocorre em Haia, às 7h (de Brasília). Uma hora depois, também em Haia, Alison/Bruno Schmidt (ES/DF) encara os norte-americanos Theo Brunner e Nick Lucena, no primeiro encontro entre os dois times.Para avançar à semifinal, os dois times brasileiros venceram dois jogos, pelas oitavas e quartas de final. Na cidade-sede de Apeldoorn, Alison e Bruno Schmidt (ES/DF) encararam Isaac Kapa e Christopher McHugh, da Austrália, pelas oitavas. O confronto começou equilibrado, com ambos os times confirmando seus serviços. Com McHugh levando a melhor na rede, os rivais conseguiram abrir 11/7, mas não sustentaram a ponta. Em reação iniciada pelo brasiliense, que serviu levantamentos precisos e pontuou no saque. Mamute, gigante no bloqueio, ajudou e a parceria virou o set para 16/12 e foi para a segunda etapa em vantagem (21/15). Os australianos passaram a errar mais no segundo set, e o Brasil aproveitou para seguir com o controle das ações e 7/4 no placar. O time rival tentou voltar para o jogo explorando os corredores, mas Alison e Bruno Schmidt mantiveram a tranquilidade para fechar o set em 21/17.Já pelas quartas de final, Alison e Bruno Schmidt tiveram pela frente Jake Gibb e Casey Patterson, campeões do Grand Slam de São Petersburgo, na última semana. Os brasileiros abriram 2/0 logo nos minutos iniciais, com dois erros consecutivos dos norte-americanos. Antes dos 10 pontos, Alison conquistaria dois pontos de bloqueio e a vantagem subiria para 10/5. A dupla seguiu mandando no primeiro set, e após ace de Bruno Schmidt o placar já registrava 15/6.Os rivais buscaram explorar a rede brasileira no início do segundo set, mas com o placar de 5/2 acumularam mais erros que acertos. Quando acertaram a mão, levaram perigo ao time verde e amarelo, virando o placar para 9/8. Alison e Bruno Schmidt não deixaram os norte-americanos crescerem no jogo e retomaram a ponta nos lances seguintes, para não largar mais: o brasiliense foi à rede para fechar o set em 21/17 e o jogo em 2 sets a 0."O jogo pareceu fácil para quem estava vendo, mas para nós foi uma partida muito complicada. Esse é o time um dos Estados Unidos atualmente, eles acabaram de ganhar uma etapa do Circuito Mundial, merecem muito respeito e por isso entramos com muita atenção no jogo. Tivemos calma e muita força de vontade para chegar a mais uma semifinal de Copa do Mundo. Nosso time está crescendo muito, e só temos a agradecer todos que nos apoiam em todos os momentos", disse Alison."Adoro jogar em Haia, já ganhei uma etapa lá, mas o mais importante de tudo é que estamos focados. Vamos para essa semifinal com muita força, concentração, unidos e acima de tudo com muita motivação", completou Bruno Schmidt.Em Roterdã, Álvaro Filho e Vitor Felipe (PB) fizeram um dos jogos mais equilibrados da fase de oitavas de final do Campeonato Mundial. Com ambos os times virando boas bolas e confirmando a maioria de seus serviços, os mexicanos Lombardo Ontiveros e Juan Virgen se mantiveram em vantagem mínima na frente. Só que na hora decisiva, em 19/19, Vitor Felipe anotou dois pontos consecutivos e fechou o primeiro set em 21/19. A segunda etapa foi igualmente disputada, mas no fim da etapa foi a vez dos rivais levaram a melhor, com 21/19 e forçando a disputa do terceiro set. No tie-break os times se alternaram na ponta até o momento de definição do jogo, quando os paraibanos conquistaram uma série de match points, fechando o jogo em 20/18. Sem dificuldades, a parceria fechou o primeiro set em 21/12.Pedro Solberg e Evandro (RJ) foram os últimos a garantir vaga às quartas, e não tiveram vida fácil diante dos cubanos Sergio Gonzalez e Nivaldo Diaz. Os adversários começaram pressionando a dupla brasileira, e abriram vantagem de 9/5, após bloqueio de Gonzalez. Os cariocas conseguiram manter a tranquilidade necessária para desenvolver seu estilo de jogo e reagiram, empatando a partida em 11/11. O primeiro set seguiu equilibrado até Pedro Solberg fechar a parcial, em 21/19.Cuba reagiu no segundo set, fazendo o Brasil suar para conseguir a igualdade no marcador, em 12/12. Só que alguns erros não forçados custaram a segunda parcial para os brasileiros, que viram o time rival levar a decisão para o tie-break. No set de desempate Pedro Solberg e Evandro foram melhores na virada de bola e tiveram três chances para liquidar, fechando o set em 15/11 e o jogo em 2 sets a 1.Nas quartas, os dois times fizeram um confronto "caseiro" em busca da permanência na competição. Álvaro Filho e Vitor Felipe começaram em vantagem na partida, mas aos poucos Pedro Solberg e Evandro encaixaram seu voleibol agressivo e viraram a parcial. Com Evandro fechando a rede e Pedro bem nos ataques, a dupla fechou o primeiro set em 21/14. Na segunda etapa foi a vez dos paraibanos levarem a melhor. Alvinho e Vitor Felipe voltaram determinados a levar o jogo ao set desempate e foram minando o jogo dos cariocas. Na reta final do set, Vitor Felipe conseguiu parar Evandro no bloqueio e a parceria abriu boa vantagem, devolvendo o placar de 21/14. O tie-break começou equilibrado e com os ânimos à flor da pele. Depois de dois erros não forçados de Álvaro Filho e Vitor Felipe, Pedro Solberg e Evandro abriram 6/4, e não largaram mais a ponta, até fechar o set em 15/8 e o jogo em 2 sets a 1."Jogo contra outro time brasileiro é sempre difícil, mas graças ao trabalho da nossa comissão técnica entramos muito focados e motivados. E a gente soube colocar toda essa vontade dentro de quadra e sair com a vitória", afirmou Evandro."Foi um jogo muito difícil, é sempre uma batalha jogar contra brasileiro. Brasileiro é bom, é osso duro mesmo (risos). Mas tivemos um bom desempenho e no tie-break realmente conseguimos jogar nosso melhor. E quando a gente consegue jogar nosso melhor voleibol fica difícil ganhar da gente", completou Pedro Solberg.Horas antes, no início do dia, valendo a vaga nas quartas, Ricardo e Emanuel enfrentaram em Amsterdã os norte-americanos Nick Lucena e Theo Brunner. Os brasileiros começaram a partida com Ricardo aparecendo bem no ataque, e a dupla abriu 12/9. Emanuel, muito acionado no jogo, virou bolas importantes e fechou a primeira etapa, em 21/18. A parceria começou na frente também no segundo set, mas os norte-americanos reagiram e viraram o placar, se mantendo em vantagem de três pontos até o fim do set (21/18). Conhecendo bem os atalhos da quadra, Ricardo e Emanuel buscaram o jogo no início do tie-break, mas pararam no bloqueio de Theo Brunner. Os adversários seguiram explorando os contra-ataques e alcançaram o match point, fechando o terceiro set em 15/11 e adiando o sonho do bicampeonato de Ricardo e Emanuel.Dentro de quadra, os principais atletas disputam o importante título e uma premiação de 1 milhão de dólares (60 mil aos vencedores, 45 mil para os segundos colocados e 35 mil dólares aos medalhistas de bronze). Além de 1000 pontos para a dupla no ranking do Circuito Mundial.Além disso, os países dos atletas campeões estarão automaticamente classificados para as Olimpíadas do Rio 2016. A vaga é da federação, e não do time campeão. O Campeonato Mundial não conta pontos na corrida olímpica brasileira, já que possui formato distinto das demais etapas e possibilita apenas quatro duplas do país em cada naipe. Read More
    Circuito Mundial
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Seleção Masculina

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Liga Mundial 

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Super vitória

Liga Mundial 

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perto do pódio

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Seleção Feminina

Resultado Positivo

Grand Prix 

Com 17 pontos de bloqueio, Brasil estreia com vitória sobre o Japão

primeiro desafio

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Vôlei Quadra

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