• bela campanha Alison/Bruno Schmidt vence e Brasil vai à final pela nona vez em dez edições

    Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 04.07.2015 O Brasil está na decisão masculina do Campeonato Mundial de vôlei de praia pela nona vez em dez edições disputadas. Alison e Bruno Schmidt (ES/DF) não tomaram conhecimento dos norte-americanos Theo Brunner e Nick Lucena e venceram uma das semifinais na manhã deste sábado (04.07), na Holanda, por 2 sets 0 (21/17 e 21/15). Na outra semifinal, Pedro Solberg e Evandro (RJ) fizeram um jogo duro diante de Reinder Nummerdor e Christiaan Varenhorst, mas não tiveram forças para superar a principal dupla do país anfitrião e perderam por 2 sets a 1 (21/18, 21/23 e 15/13). A final da principal competição da temporada acontece neste domingo, às 16h, (horário de Brasília) com transmissão ao vivo do canal SporTV. Já a disputa do terceiro lugar, com transmissão do SporTV2 para todo o país, está marcada para 15h. Será o segundo encontro seguido entre os norte-americanos e os cariocas, que acabaram superados nas oitavas de final do Grand Slam de São Petersburgo, no único encontro entre os times. Já Alison e Bruno enfrentarão o time holandês, campeão do Grand Slam de São Paulo, em 2014, pela primeira vez. No caminho vitorioso até a disputa da medalha de ouro, a dupla brasileira acumulou sete vitórias e um único set perdido. Os holandeses, por sua vez, também chegam à decisão invictos. Será a terceira final de Campeonato Mundial do "Mamute", que venceu a competição em 2011 ao lado do ex-parceiro Emanuel, e ficou com a prata ao lado de Harley, em 2009. Já Bruno Schmidt tem a chance de ser campeão mundial pela primeira vez. Se eles vencerem, o Brasil assegura a segunda vaga no torneio masculino dos Jogos Olímpicos de 2016 - a primeira vaga já era garantida pelo fato de o Brasil ser o país-sede. Além disso, o país poderá se isolar ainda mais no quadro de medalhas. Atualmente são cinco ouros no masculino, um a mais que os Estados Unidos. Caso conquiste o Mundial pela segunda vez, Alison se iguala a Adriana Behar e Shelda, ficando atrás apenas de Emanuel, tricampeão do torneio realizado a cada dois anos. As duplas brasileiras iniciaram a disputa das semifinais na manhã deste sábado em busca de uma final verde-amarela no Campeonato Mundial 2015, a exemplo do torneio feminino. Os primeiros a entrar em quadra foram Pedro e Evandro. E diante de um adversário duríssimo: Reinder Nummerdor e Christiaan Varenhorst, time número um da Holanda. A atmosfera da arena central de Haia, tomada por 5.500 torcedores, como não poderia ser diferente, foi inteiramente favorável ao time local. A pressão teve início ainda na apresentação dos atletas da casa. Embalados pelo mar laranja, os holandeses emplacaram 3/0 logo nos primeiros minutos, após Varenhorst parar Evandro no bloqueio. O Brasil não se intimidou, e anotou dois pontos na sequência, com Pedro Solberg explorando os corredores. Com Evandro no serviço, a parceria alcançou o empate no quinto ponto do primeiro set. Os brasileiros assumiram a ponta pela primeira vez no jogo no primeiro tempo técnico, quando o placar indicava 11/10, e seguiram na ponta, após dois erros consecutivos de Reinder Nummerdor e Christiaan Varenhorst (14/12). Com uma variação precisa entre largadas e bloqueio, a Holanda reassumiu a dianteira, abrindo 18/16. Os cariocas ainda teriam a chance de evitar o set point, mas o camisa um holandês venceu duas vezes o duelo com Evandro na rede e fechou o set em 21/18. Evandro iniciou a segunda etapa no saque e colocou a parceria em vantagem (3/0), obrigando os rivais a paralisarem o jogo. Os donos da casa voltaram à partida com a estratégia redesenhada, e não apenas conseguiram o empate, em 7/7, como a virada no lance seguinte. A torcida voltou a se inflamar e empurrou seus atletas até o 13/10. Mas os cariocas, focados na necessidade levar a etapa, anotaram três pontos seguidos para empatar a partida. O jogo seguiu equilibrado, e imprevisível até os últimos pontos. Quando o placar mostrava 18/18, os holandeses cresceram no set e conseguiram duas viradas de bola consecutivas para incendiar a arena. O Brasil salvaria os dois match points, e mais um terceiro, para virar em 22/21 e conquistar a chance de levar a decisão para o tie-break. Em um rally disputadíssimo, Evandro foi ao terceiro andar para cravar a bola no outro lado da rede (23/21). Os holandeses começaram o terceiro set em vantagem de 5/2, com Christiaan Varenhorst, de 2,12 m, levando a melhor no duelo de gigantes contra Evandro, de 2,10 m. Os brasileiros sentiram o golpe e desperdiçaram bolas importantes, mas rapidamente retomaram o foco para encostar no placar, em 11/9. Na reta final Evandro teve a chance do empate, mas sacou para fora e os adversários abriram dois pontos. Com o match point, a Holanda selaria a vitória em um lance questionável. Evandro subiu à rede e soltou o braço para explorar o bloqueio de Varenhorst. A bola chegou a tocar nos dedos do holandês antes de ir para fora - como o próprio replay nos telões da arena confirmaria na sequência -, mas a arbitragem assinalou o ponto para os anfitriões, que alcançaram a decisão com 15/12 e 2 sets a 1. Com a derrota de Pedro Solberg e Evandro, as esperanças de o Brasil alcançar a finalíssima do Campeonato Mundial foram depositadas em Alison e Bruno Schmidt, que vivem grande momento e chegaram à decisão de maneira invicta. E a mesma torcida que dificultou a vida dos cariocas no jogo anterior passou a apoiar o capixaba e o brasiliense. Os norte-americanos Theo Brunner e Nick Lucena iniciaram o jogo em vantagem, mas com a mesma tranquilidade apresentada nas partidas anteriores, os brasileiros alcançaram o empate em 5/5. Com o camisa um forçando o contra-ataque, os rivais reassumiram a ponta em 11/10. O jogo de Alison e Bruno Schmidt começaria a crescer a partir dos lances seguintes, quando Alison se impôs na rede e a parceria abriu 17/14. A dupla seguiu melhor e fechou a primeira etapa em 21/17, após cortada de Bruno Schmidt no fundo da quadra. O segundo set foi todo verde-amarelo. Com moral na partida, Alison e Bruno Schmidt mantiveram a mesma pegada no início da etapa final e logo abriram 4/2, em um ace do camisa dois. Na casa dos 10 pontos, a distância no placar a favor do Brasil já era de seis pontos, e cada tentativa de reação dos rivais era rapidamente respondida, ora em ataques precisos de Alison, ora em aces e na recepção acima da média de Bruno Schmidt, melhor jogador do Circuito Brasileiro 2014/2015. Desta maneira, os brasileiros alcançaram seis match points. O ponto do jogo saiu das mãos de Bruno Schmidt, em mais uma bela subida ao ataque do Brasil: 21/15 e 2 sets a 0. "A palavra que a gente está usando nessa campanha é superação. Eu, particularmente, venho usando essa palavra há um ano. Fiquei cinco meses parado (entre uma lesão no joelho direito e a retirada do apêndice), e para um atleta de alto nível é complicado pegar ritmo depois de tanto tempo fora das quadras. E o Bruno, nossa equipe e toda a torcida, sempre me ajudaram muito", disse o Mamute, que completou. "Jogar um Campeonato Mundial é sempre emocionante, será minha terceira final, mas vamos enfrentar um grande time. O Varenhorst tem 2,12m e o Nummerdor possui uma experiência incrível. Ano passado eles conquistaram o Grand Slam do Brasil (realizado em Barueri/SP) e eles vêm crescendo muito", analisou Alison após a partida. De acordo com Bruno Schmidt, que alcança a decisão do Mundial pela primeira vez, a experiência de Alison, somada à concentração que a dupla apresentou ao longo de toda a competição podem fazer a diferença na partida de amanhã. "Sem dúvida o Campeonato Mundial é um torneio de peso, bem similar às Olimpíadas. Os holandeses organizaram um evento que é motivante, está sendo muito bacana jogar. O Alison tem experiência nesse tipo de competição, e é legal ter um cara experiente ao seu lado nessas horas. Ele sabe como se postar, reagir nos momentos difíceis. Amanhã temos que continuar mantendo o que a gente vem apresentando ao longo do campeonato, muita concentração e foco", disse Bruno Schmidt. A décima edição da Copa do Mundo, que começou a ser realizada em Los Angeles, em 1997, e é disputada a cada dois anos, foi a primeira na história a ser sediada em quatro cidades de maneira simultânea. Dentro de quadra, os principais atletas disputam o importante título e uma premiação de 1 milhão de dólares (60 mil aos vencedores, 45 mil para os segundos colocados e 35 mil dólares aos medalhistas de bronze). Além de 1000 pontos para a dupla no ranking do Circuito Mundial. Além disso, os países dos atletas campeões estarão automaticamente classificados para as Olimpíadas do Rio 2016. A vaga é da federação, e não do time campeão. O Campeonato Mundial não conta pontos na corrida olímpica brasileira, já que possui formato distinto das demais etapas e possibilita apenas quatro duplas do país em cada naipe. VEJA TODOS OS RESULTADOS DO TORNEIO MASCULINO VEJA A GALERIA DE FOTOS Read More
    Circuito Mundial
  • Super vitória Brasil supera a Sérvia e alcança segundo resultado positivo

    Brasil supera a Sérvia e alcança segundo resultado positivo Read More
    Grand Prix
  • Brasil campeão Ágatha/Bárbara e Fê Berti/Taiana fazem final brasileira e país busca recorde

    Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 03.07.2015 O Brasil garantiu nesta sexta-feira (04.07) o título e a medalha de prata do Campeonato Mundial de vôlei de praia, realizado na Holanda. Fernanda Berti e Taiana (RJ/CE) venceram as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler por 2 sets a 0 (21/12, 21/15) e encaram na final Ágatha/Bárbara Seixas (PR), que eliminou as compatriotas Juliana/Maria Elisa (CE/PE) com triunfo por 2 sets a 0 (24/22, 21/19). As duas partidas foram disputadas em Haia. A final acontece neste sábado acontece em Haia, às 16h (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV3. O canal também exibe a disputa da medalha de bronze, entre Juliana/Maria Elisa e as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler, que se enfrentam pela quarta vez em torneios internacionais. As rivais das brasileiras levaram a melhor nos três encontros prévios. O resultado desta sexta-feira transforma o Brasil no maior vencedor de Campeonatos Mundiais no naipe feminino. O país estava empatado com os Estados Unidos, que têm quatro medalhas de ouro, na liderança. Sandra Pires/Jackie Silva, em Los Angeles (1997), Adriana Behar/Shelda, em Marselha (1999) e Klagenfurt (2001), e Juliana/Larissa, em Roma (2011), já tinham conquistado o título para o país em edições anteriores. O Brasil também garante a segunda vaga no torneio feminino dos Jogos Olímpicos de 2016. A conquista, que pertence ao país campeão, e não ao time vencedor, também poderia ser obtida através da Continental Cup, do Circuito Mundial e da Repescagem Mundial. A primeira vaga já era garantida pelo fato de o Brasil ser o país-sede. Agora, a busca é por outro recorde. O Brasil pode se transformar no primeiro país a dominar o pódio de um Campeonato Mundial. O país bateu na trave em 2009, quando ficou com prata, bronze e o quarto lugar. Caso Juliana e Maria Elisa (CE/PE) vençam a disputa do bronze, mais um trecho na história do vôlei de praia será escrito por brasileiros. A partida entre Fernanda Berti/Taiana (RJ/CE) e Ágatha/Bárbara Seixas (PR/RJ) será a décima entre elas. Foram sete vitórias da paranaense e da carioca e duas das campeãs do Grand Slam da Holanda, de 2014. Dos nove encontros, apenas dois foram em etapas internacionais. O último justamente na etapa anterior ao Mundial, na semifinal do Grand Slam de São Petersburgo (EUA), quando Ágatha e Bárbara levaram a melhor. Todos os holofotes do Campeonato Mundial, na Holanda, estavam voltados para o talento das duplas brasileiras. Dos 48 times que iniciaram a disputa do torneio feminino, quatro alcançaram o penúltimo dia da competição mais importante da temporada com chance de medalhas. E três deles levavam as cores verde e amarela em seus tops. A primeira dupla a entrar em quadra foi Taiana e Fernanda Berti. E a parceria, formada um ano atrás, já iniciou o confronto contra as alemãs Katrin Holtwick e Ilka Semmler em vantagem, por terem disputado todos os seis jogos anteriores na arena central instalada no coração de Haia, e principalmente terem conquistado o carinho da torcida holandesa. O primeiro ponto foi brasileiro, com Taiana anotando um ace. No lance seguinte foi a vez de Fernanda Berti parar o ataque adversário no bloqueio. O Brasil seguiu consolidando o placar no início da primeira etapa e alcançou 7/3 após grande largada da cearense, que forçou as alemãs a paralisar o jogo. As principais jogadas do outro lado da rede saíam das mãos de Ilka Semmler, que se alternava entre a defesa e o ataque, e diminuiu a diferença para 9/5. Seguras na partida, as brasileiras dilatariam o marcador para 18/8, em bloqueio imponente de Fê Berti. A parceria seguiu com o controle das ações e fechou a primeira etapa em 21/12, em corta na diagonal da carioca. Assim como no primeiro set, Taiana soltou o braço no saque para colocar o Brasil em vantagem no início da segunda etapa. A Alemanha alcançaria pela primeira vez no jogo a liderança do placar, abrindo 4/2 após erro não forçado de Fê Berti. Com tranquilidade, o time verde e amarelo devolveu a quebra de serviço, empatando em 8/8 e virando após bloqueio preciso de Fernanda Berti. Com a virada de bola eficiente, a parceria voltou a abrir quatro pontos para as adversárias, que tentaram esfriar a partida com o tempo técnico. Não deu certo. Ponto a ponto, Taiana e Fernanda Berti mostraram a todos os presentes na arena porque alcançariam a decisão do Campeonato Mundial de maneira invicta. Consciente e vibrante, a dupla carimbou a vaga na final com 21/15, após saque na rede do time alemão. "Tivemos muita concentração, muita vontade de querer chegar à final. E acima de tudo vivemos cada ponto do jogo. Cantamos muito bem as jogadas e isso mantém a concentração em alta. Conseguimos fazer 100% de aproveitamento até aqui, algo muito difícil de conquistar. Estou muito feliz com a nossa apresentação, porque de todas as partidas do Campeonato Mundial esse foi o que conseguimos controlar melhor o jogo. Estou muito feliz de estar jogando com a Fernanda, de conseguir jogar meu melhor voleibol. Vamos continuar com essa energia para conquistar o título", celebrou Taiana. Como se estivessem atuando nas areias de Copacabana, palco dos Jogos Olímpicos do próximo ano, do outro lado da chave Juliana e Maria Elisa (CE/PE) e Ágatha e Bárbara Seixas (PR/RJ) fizeram o terceiro confronto entre os times em menos de um mês. No primeiro, na decisão do Major Series de Stavanger (Noruega) Juliana e Maria Elisa levaram a melhor. No Grand Slam de São Petersburgo (Estados Unidos), última etapa do Circuito Mundial, Ágatha e Bárbara Seixas deram o troco e conquistaram o título. O primeiro ponto do jogo foi marcado por Ágatha e Bárbara Seixas, após ataque para fora de Juliana. A vibração da paranaense e da carioca chamou a atenção no início da partida, assim como a vantagem de 4/1 no placar. Juliana e Maria Elisa reagiram e voltaram a igualar o marcador, em 5/5. Na sequência da etapa inicial, Ágatha e Bárbara Seixas conseguiriam anotar três pontos consecutivos (8/5) - o último deles após intensa troca de bolas entre as equipes, finalizada por uma cortada na diagonal de Ágatha. Juliana e Maria Elisa mostraram que não sentiram a pressão, diminuindo a diferença para um único ponto e igualando o marcador no lance seguinte, em 11/11. O equilíbrio se manteve até o final da primeira etapa. Ágatha e Bárbara Seixas conquistaram quatro set points, mas todos foram salvos pela dupla com o top verde. Na quinta tentativa de fechar a parcial, Ágatha quebrou a recepção de Juliana para marcar 24/22. O segundo set começou com ambas as duplas confirmando seus serviços. Mesmo em momentos de desequilíbrio dos times, com erros não forçados, os times se mantiveram rigorosamente empatados. A igualdade ultrapassou a casa dos 10 pontos e se estendeu ao longo da parcial. Ágatha e Bárbara Seixas conquistaram uma quebra de vantagem e abriram dois pontos (16/14), obrigando Juliana e Maria Elisa, que estavam em desvantagem e viam a reta final do jogo cada vez mais próxima, a recorrer ao tempo técnico. Eleita três vezes melhor do mundo, Juliana chamou a responsabilidade tanto no ataque quanto na defesa, mas não foi capaz de frear o ótimo momento vivido por Ágatha e Bárbara Seixas. Em um ace de Ágatha, a parceria alcançou 21/19 e carimbou a vaga na decisão. Após o ponto final, arena em Haia se rendeu ao talento brasileiro, aplaudindo em pé ambos os times. "O que faz a diferença é você buscar agressividade, buscar atitude. Estou muito feliz com o período que estamos passando. O planejamento da temporada era realmente visando esse período do Circuito Mundial, para podermos render o máximo. Sabíamos desde o começo do ano que a gente precisaria ter paciência, mas os resultados estão aparecendo. Ágatha e eu nos damos bem dentro e fora da quadra, somos muito parecidas. E isso influencia para termos essa cumplicidade dentro da quadra", afirmou Bárbara Seixas. "Em confrontos contra brasileiras, os times se conhecem tanto que pequenos detalhes acabam fazendo a diferença nesses jogos decisivos. Aí temos que ter a percepção e a calma de conseguir fazer essa leitura, qual a proposta de jogo adversária. É muito difícil, as equipes se enfrentam com frequência e os jogos sempre são muito apertados. A final de amanhã não será diferente", analisou Ágatha. Fernanda Berti e Taiana (RJ/CE), além de Ágatha (PR), buscam a primeira medalha em campeonatos mundiais de suas carreiras. A carioca inclusive disputa o torneio pela primeira vez, já alcançando a final logo na estreia. Já Bárbara Seixas (RJ) obteve o bronze em 2013, na Polônia, ao lado da capixaba Lili. A décima edição da Copa do Mundo, que começou a ser realizada em Los Angeles, em 1997, e é disputada a cada dois anos, foi a primeira na história a ser sediada em quatro cidades de maneira simultânea. Dentro de quadra, os principais atletas disputam o importante título e uma premiação de 1 milhão de dólares (60 mil aos vencedores, 45 mil para os segundos colocados e 35 mil dólares aos medalhistas de bronze). Além de 1000 pontos para a dupla no ranking do Circuito Mundial. Além disso, os países dos atletas campeões estarão automaticamente classificados para as Olimpíadas do Rio 2016. A vaga é da federação, e não do time campeão. O Campeonato Mundial não conta pontos na corrida olímpica brasileira, já que possui formato distinto das demais etapas e possibilita apenas quatro duplas do país em cada naipe. VEJA TODOS OS RESULTADOS DO TORNEIO FEMININO VEJA A GALERIA DE FOTOS Read More
    Circuito Mundial
  • Nove vitórias Brasil encerra fase classificatória com campanha positiva

    De Cuiabá (MT), Clarissa Laurence - 03.07.2015 Com a liderança do Grupo A e uma campanha de nove vitórias vitória e apenas três resultados negativos, a seleção brasileira masculina de vôlei encerrou, nesta sexta-feira (03.07), a fase classificatória da Liga Mundial 2015. Nesta tarde, o Brasil acabou superado pela Itália por 3 sets a 2 (25/21, 27/29, 25/21, 19/25, 19/21), em 2h33 de jogo realizado no ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá (MT). As outras duas derrotas da equipe brasileira foram na Sérvia e na Itália. O próximo compromisso do time dirigido pelo técnico Bernardinho será a Fase Final, que acontecerá de 14 a 19 de julho, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), onde estarão reunidas as seis melhores seleções do campeonato. Na próxima semana, o grupo fará a preparação final no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ). Nesta sexta-feira, o Brasil contou com os 14 jogadores que estavam à disposição do técnico Bernardinho. Todos foram aproveitados na partida em que o treinador aproveitou para realizar testes. Ao final do confronto, elogios para o adversário. "A Itália jogou muito bem e mereceu a vitória. Enfrentamos o forte bloqueio italiano com pouca lucidez e não conseguimos ter um bom ritmo no saque. Além disso, erramos bastante contra-ataques, assim como já havia acontecido antes", comentou Bernardinho. O ponteiro Lucarelli lamentou o resultado negativo, mas destacou a importância do que a seleção brasileira tem pela frente: a disputa da Fase Final. "Tivemos chances para fechar a partida, erramos alguns contra-ataques, então o tie-break foi um pouco o exemplo do jogo. O saque tem que ser uma arma melhor utilizada também. Mas serve de aprendizado. Agora, no Rio de Janeiro, os jogos serão valendo vaga para a final, vamos corrigir, buscar melhorar e se Deus quiser a gente vencerá essa". Quem também analisou a partida foi o líbero Serginho, que destacou a oportunidade de todos os jogadores atuarem, inclusive em momentos decisivos, como aconteceu no tie-break, somando experiência para a etapa decisiva. "Temos uma semana para treinarmos no nosso centro, em Saquarema. Melhorarmos alguns detalhes. A fase final é um outro campeonato. Tivemos a oportunidade de dar rodagem para vários jogadores hoje, como foi o caso do Lucas Lóh, do William, do Mário Júnior. Vamos nos concentrar para esta etapa em casa". DEFINIÇÃO PARA A FASE FINALEncerrada a fase classificatória, a comissão técnica do Brasil definiu os 14 jogadores que estarão nas finais da Liga Mundial. Serão eles: os levantadores Bruninho e William; os opostos Wallace e Evandro; os centrais Lucão, Isac, Riad e Éder; os ponteiros Murilo, Lucarelli, Lipe e Lucas Lóh; e os líberos Serginho e Mário Jr. O JOGOO Brasil saiu na frente e abriu o placar do jogo. Os italianos, então, buscaram e fizeram 6/4. O time visitante seguiu com bom ritmo e com Zaytsev pontuando bem, chegou a 11/9. No ponto de saque de Lucão, a seleção brasileira deixou tudo igual: 12/12. Também com ace, desta vez de Lipe, a equipe da casa assumiu o comando do marcador (15/14). Com Evandro pela saída, o Brasil chegou a 19/16. A Itália voltou a encostar (20/19) e Bernardinho pediu tempo. Evandro pontuou bem para a equipe brasileira, que fechou em 25/21. O segundo set começou favorável a seleção brasileira, mas os italianos não permitiram o crescimento do adversário. Contando com erros do Brasil, o time visitante colocou três pontos de diferença em 16/13. Quando a seleção da Itália bloqueou e fez 18/14, Bernardinho pediu tempo para conversar com os jogadores. A desvantagem brasileira diminuiu para dois pontos (19/17). No bloqueio de Lucão, o Brasil encostou em 21/20.No ace de Bruninho, a equipe da casa encostou mais uma vez em 24/23 e no bloqueio, o Brasil deixou tudo igual: 24/24. O final do set seguiu extremamente equilibrado e a Itália fechou em 29/27. O equilíbrio permaneceu no início do terceiro set, com as equipes empatadas em 3/3. No forte ataque de Lipe, o Brasil colocou vantagem: 6/3. No bloqueio de Riad, que havia entrado neste set, o time da casa fez 8/5. No bloqueio individual de Evandro, 14/12 para a seleção brasileira. A parcial ganhou equilíbrio em 18/17 a favor do Brasil. Com ponto de bloqueio de Riad, o time verde e amarelo fez 21/18 e a Itália pediu tempo. Mas, com o apoio da torcida cuiabana, o Brasil fechou em 25/21. A terceira parcial teve um início de vantagem para a seleção brasileira, que fez 4/2. A Itália buscou o jogo e chegou ao ponto de empate em 5/5. Com ponto de bloqueio, os visitantes abriram 11/7. Com dois pontos seguidos de Lucão no ataque, o Brasil reduziu a diferença para 11/9. O set seguiu equilibrado, com vantagem para a Itália, que chegou a colocar cinco à frente (21/16). No final, melhor para os italianos: 25/19. O set decisivo começou com outros dois únicos jogadores que não haviam jogado nesta sexta-feira: Lucas Lóh e Isac. O tie break também foi bem disputado. No ace de Lucarelli, o Brasil fez 6/5. Na virada de quadra, a Itália vencia por 8/7. Um empate em 10/10 deu ainda mais emoção ao jogo. A reta final foi super equilibrada. Os dois times tiveram pontos do jogo. A Itália desperdiçou dois. O Brasil também falhou, e em bloqueio italiano a partida foi encerrada em 21/19. EQUIPES BRASIL - Bruno, Wallace, Isac, Lucão, Murilo e Lucarelli. Líbero - SerginhoEntraram - Wallace, William, Mário Jr., Lucarelli, Riad, Isac, Lucas LóhTécnico: Bernardinho ITÁLIA - Travica, Vettori, Birarelli, Anzani, Zaytsev e Lanza. Líbero - Colaci Entraram - Gianelli, Sabbi, Antonov e Mengozzi Técnico: Mauro Berruto GALERIA DE FOTOShttp://2015.cbv.com.br/midia/galeria-de-imagens/item/11971-cuiaba-mt-03-07-2015-liga-mundial-2015-brasil-x-italia O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Liga Mundial
  • Resultado Positivo Com 17 pontos de bloqueio, Brasil estreia com vitória sobre o Japão

    A seleção brasileira feminina de vôlei começou a edição 2015 do Grand Prix com vitória. Nesta sexta-feira (03.07), de virada, o Brasil venceu o Japão por 3 sets a 1 (21/25, 25/21, 25/17 e 27/25), em 1h58 de jogo, no Indoor Stadium Huamark, em Bangcoc, na Tailândia. O confronto foi uma reedição da última decisão da competição. Na ocasião, o time verde e amarelo levou a melhor por 3 sets a 0 e garantiu o histórico décimo título da competição. Nessa primeira semana do Grand Prix, as atuais campeãs estão no grupo B ao lado do Japão, da Sérvia e da Tailândia.  O Brasil voltará à quadra às 4h (Horário de Brasília) deste sábado (04.07), contra a Sérvia, que nesta sexta-feira foi superada pela Tailândia por 3 sets a 2 (25/17, 15/25, 23/25, 25/22 e 15/11). A Band e o SporTV transmitirão ao vivo.  Na partida contra o Japão, as ponteiras Gabi e Fernanda Garay foram as maiores pontuadoras do confronto, com 16 pontos cada. As centrais Juciely, com 14, e Carol, com 13, também pontuaram bem pelas brasileiras. Pelo Japão, a oposto Nagoaka foi a maior pontuadora, com 15 acertos. Nos números gerais do confronto, destaque para o bloqueio brasileiro, com 17 pontos contra seis das japonesas.  A ponteira Fernanda Garay aprovou a atuação do Brasil e comentou sobre a dificuldade de enfrentar o Japão.  “Sabíamos que seria um jogo difícil. O Japão é uma equipe de muita qualidade que joga com inteligência e volume de jogo. As japonesas nos colocaram em alguns momentos de dificuldade e conseguimos sair dessas situações. As duas equipes também se conheciam bastante. Estou feliz pelos três pontos e pela forma que nos apresentamos em uma partida de estreia e contra um adversário perigoso”, afirmou Fernanda Garay.  Companheira de posição de Fernanda Garay, a ponteira Gabi chamou a atenção para a recuperação das brasileiras após a derrota no primeiro set.  “Foi uma primeira partida muito boa. O jogo foi difícil e elas jogaram com muita velocidade. Conseguimos nos adaptar durante o confronto. Não começamos bem, mas a partir do segundo set, nosso jogo começou a fluir. O fato de termos saído de uma situação difícil nos deixa confiantes”, garantiu Gabi.  O treinador José Roberto Guimarães fez uma análise da partida e gostou da postura das brasileiras.  “É sempre difícil estrear contra o Japão. Elas imprimem uma velocidade diferente e têm um ritmo de jogo muito veloz. A partir do segundo set, equilibramos o passe e isso possibilitou que as centrais participassem mais da partida. Para a estreia, esse resultado foi muito positivo”, disse José Roberto Guimarães.  O JOGO O início do primeiro set foi marcado pelo equilíbrio. O Japão foi para o primeiro tempo técnico com um de vantagem (8/7). Bem no saque, as japonesas abriram três (10/7). O Brasil passou a bloquear melhor e deixou tudo igual no marcador (11/11). A parcial ficou disputada ponto a ponto. Depois de um longo rally, a ponteira Fernanda Garay conseguiu um contra-ataque certeiro e o Brasil fez 16/15. As japonesas voltaram a conseguir boas sequências no saque e abriram dois (18/16). Quando o time japonês abriu três (21/18), o treinador José Roberto Guimarães pediu tempo. Mesmo com a paralisação, as japonesas seguiram melhores e venceram o primeiro set por 25/21.  O Japão seguiu melhor no início do segundo set e fez 4/2. Com um ace da central Bárbara, o Brasil deixou tudo igual (4/4). Jogando com velocidade, as brasileiras abriram dois (8/6). A ponteira Gabi se destacava no ataque e o time verde e amarelo fez 14/12. A outra ponteira do Brasil, Fernanda Garay, também era eficiente nos ataques e as brasileiras abriram cinco (19/14).  Com uma boa sequência de saques da atacante Nabeya, a diferença no placar caiu para um (19/18). O treinador José Roberto Guimarães trocou as centrais. Entrou Carol e saiu Bárbara. E foi com um ace da central Carol que o Brasil venceu o segundo set por 25/21.  A central Juciely se destacou no início do terceiro set e o Brasil fez 8/5. Quando o placar estava 12/6 para as brasileiras, o treinador japonês, Manabe, pediu tempo. Com dois pontos seguidos de bloqueio da central Carol, o Brasil abriu cinco pontos (14/9). As brasileiras foram para o segundo tempo técnico da parcial com quatro de vantagem (16/12). Numa boa sequência de saques da levantadora Dani Lins, o time verde e amarelo abriu oito pontos (23/15). As atuais campeãs da competição seguraram a vantagem até o final e venceram o terceiro set por 25/17.  O quarto set começou equilibrado (6/6). Com muito volume de jogo, as nipônicas abriram dois pontos (8/6). O Japão seguiu melhor e fez 13/9. Neste momento, o Brasil cresceu no saque e no bloqueio e chegou a fazer 23/17. O Japão contou com uma boa sequência de saques da levantadora Koto para deixar tudo igual no placar (23/23). O Brasil foi melhor nos momentos decisivos e fechou o set por 27/25 e o jogo por 3 sets a 1.  EQUIPES BRASIL – Dani Lins, Joycinha, Gabi, Fê Garay, Juciely e Bárbara. Líbero – Camila Brait  Entraram – Macris, Monique e Natália  Técnico: José Roberto Guimarães  JAPÃO  –  Nagaoka, Kimura, Koto, Shimamura, Ishii e Otake. Líbero – Sato  Entraram – Yamaguchi, Miyashita, Ushiceto e Nabeya  Técnico: Manabe  BANGCOC (TAILÂNDIA)  (03.07) – Brasil 3 x 1 Japão (21/25, 25/21, 25/17 e 27/25)  Transmissão: SporTV e Band  (04.07) – Brasil x Sérvia às 4h (Horário de Brasília)  Transmissão: SporTV e Band  (05.07) – Brasil x Tailândia 6h30 (Horário de Brasília)  Transmissão: SporTV e Band  O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Grand Prix
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Seleção Masculina

Nove vitórias

Liga Mundial 

Brasil encerra fase classificatória com campanha positiva

Super vitória

Liga Mundial 

Brasil bate a Itália por 3 sets a 0 em Cuiabá

Vôlei Praia

bela campanha

Circuito Mundial 

Alison/Bruno Schmidt vence e Brasil vai à final pela nona vez em dez edições

Brasil campeão

Circuito Mundial 

Ágatha/Bárbara e Fê Berti/Taiana fazem final brasileira e país busca recorde

Seleção Feminina

Super vitória

Grand Prix 

Brasil supera a Sérvia e alcança segundo resultado positivo

Resultado Positivo

Grand Prix 

Com 17 pontos de bloqueio, Brasil estreia com vitória sobre o Japão

Vôlei Quadra

Nove vitórias

Liga Mundial 

Brasil encerra fase classificatória com campanha positiva

Super vitória

Liga Mundial 

Brasil bate a Itália por 3 sets a 0 em Cuiabá